http://links.lomadee.com/ls/RThsdzs5ZWtWc2s0SzsyODMzMDA4MzswOzEzNTszMzQ4OTY5NTs7QlI7MTs7MA--.html?kw=LG+84LA9800+LED+Plana+84+Polegadas

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

PMERJ terá novas viaturas e com câmeras

 
Uma frota nova, equipada com 2 mil computadores e câmeras para melhorar o patrulhamento da cidade. O investimento foi anunciado nesta quarta-feira para ampliar a capacidade de atuação dos policiais militares e, ao mesmo tempo, permitir maior controle das ações. 
 
O subsecretário de Modernização Tecnológica da Segurança Pública, Edval Novaes, detalhou o projeto durante a inauguração da nova sede da Corregedoria da PM, em São Gonçalo. O órgão passará a acompanhar as investigações de autos de resistência, como O DIA noticiou domingo.

Os novos carros, que começam a patrulhar a Região Metropolitana dentro de 90 dias, contará com 1.508 veículos — sendo 1.187 modelos Logan e 321 Blazers. A licitação foi assinada ontem, e o estado vai desembolsar R$ 490,71 milhões para adquirir os carros. Segundo Novaes, a ideia é que eles sejam equipados, até dezembro, com câmeras de última geração e microcomputadores.

“É importante para o controle e defesa dos policiais. Casos de autos de resistência, por exemplo, têm diminuído, mas precisamos de controle e observação”
, disse Novaes.

Os terminais de bordo, orçados em R$ 7 milhões, serão instalados em lotes mensais até novembro. Alguns já estão em teste em carros do 5º BPM (Praça da Harmonia). Os equipamentos permitirão digitar os atuais talões de registro de ocorrência e enviar, em um clique, as informações para o sistema das delegacias. O programa também possibilita, entre outros serviços, que PMs consultem bancos de dados para identificar suspeitos.

Já as câmeras poderão armazenar imagens de ocorrências durante sete dias. Os vídeos, que poderão ajudar no esclarecimento de casos, serão enviados aos batalhões e ao Centro de Comando e Controle da Segurança por rede sem fio, onde poderão ser guardados por dois meses.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Representantes da SUAPI participam de Feira de Segurança em São Paulo

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Três representantes da Superintendência de Administração Prisional (SUAPI) compareceram ao Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo, para participar da XIII EXPOSEC – Feira Internacional de Segurança. O diretor geral das unidades prisionais da 6ª RISP (Lavras, Três Corações e Varginha), Leonardo Brocaneli Fagundes, o diretor de segurança da Penitenciária de Três Corações, Samir Silva Direne e o agente penitenciário dessa mesma unidade, Luciano Souza conheceram diversas novidades tecnológicas e alternativas para segurança eletrônica, empresarial e patrimonial, que podem ser incorporadas ao sistema de Defesa Social.
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Além da exposição de materiais essenciais para a manutenção da segurança, como armamentos, munições e equipamentos de segurança, de biometria e de escuta telefônica, ocorreram cursos em auditórios no Centro de Exposições e palestras proferidas por representantes das empresas expositoras.
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Samir Silva disse que viu muitos materiais que não conhecia, e ressaltou que o que mais lhe chamou a atenção na exposição foram as tecnologias para circuito fechado de televisão. “A segurança das unidades prisionais ganharia muito com a instalação de circuitos internos de TV”, disse Samir. Além das câmeras de TV com alta resolução e infravermelho, Leonardo Brocaneli destacou a tecnologia para identificação biométrica do padrão vascular do dedo, vários equipamentos para o Grupo de Intervenção Tática e o Grupo de Escolta e o lançamento de um revólver com munição de borracha e uma carabina calibre 12.
Segundo Brocaneli, que pela primeira vez participou da EXPOSEC, foi muito importante a SUAPI ter representação no evento. “Trouxemos muito material de divulgação, cartões de empresas e peças informativas para repassar à Diretoria de Logística da Superintendência de Segurança Prisional (SSPI) para possíveis aquisições futuras”, disse.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

segurança da informação


Uma empresa está sempre vulnerável a muitas ameaças de segurança, não importa se ela tenha poucos ou muitos funcionários, e não existe uma fórmula mágica para impedir que elas atinjam os seus negócios. Você precisa de uma estratégia de segurança em camadas para obter uma proteção eficiente contra tudo, desde sabotagem de funcionários a perda de notebooks ou ataques cibernéticos. Estas são as quatro etapas para obter uma defesa de segurança em camadas para vários pontos de ataque. Latitude Location Durability Airport 840 TR
  1. Proteja a empresa contra malware, aquele pacote de ameaças que inclui spam, vírus, phishing e spyware. Há pacotes abrangentes anti-malware que oferecem tanto proteção total quanto soluções especializadas, mais potentes e direcionadas, se a sua empresa tiver sido afetada por ataques específicos no passado. Defina a atualização automática das soluções e verifique se todos os equipamentos têm o mesmo nível de proteção. Certifique-se de renovar as licenças de software, o que geralmente deve ser feito a cada ano. Defina os filtros de spam para atender aos seus requisitos individuais, em vez de aceitar automaticamente as configurações padrão.
  2. Implante firewalls de hardware e software; eles bloqueiam acessos não autorizados e permitem comunicações autorizadas. Os firewalls de hardware são instalados em roteadores de rede/wireless e protegem contra ameaças de entrada. Os firewalls de software são configurados em cada computador para proteger contra ameaças de saída. É necessário algum conhecimento para configurá-los e, talvez, você precise de ajuda para fazer isso.
  3. Proteja-se contra ataques denial of service (DOS) que invadem o site de uma empresa com tantas solicitações que o sistema fica absurdamente lento ou trava totalmente. O software anti-DOS pode proteger contra ataques e a maioria dos firewalls é projetada para isso. Faça backup dos seus dados regularmente. Assim, caso um ataque de DOS trave o seu sistema, ele poderá ser restaurado rapidamente com os dados atuais.
  4. Proteja com senha! Defina as práticas recomendadas que devem ser seguidas por todos ao pé da letra, incluindo o requisito de alteração periódica de senhas e ressalte que as senhas NUNCA devem ser escritas em local de fácil acesso. Proteja com senha o roteador wireless e qualquer hardware de rede e limite o número de pessoas com acesso à senha.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Canil e Cavalaria da PM em Santos

http://www.atribuna.com.br/arquivos/2011/08/11/108750/foto/1_h8bnhc6vqx5p.JPGhttp://www.atribuna.com.br/arquivos/2011/08/11/108750/foto/1_85d8pwd7wycc%2EJPGA nova sede do Canil da Polícia Militar e do Destacamento da Polícia Montada foi inaugurada nesta quinta-feira, em Santos, pelo governador Geraldo Alckmin, na presença do secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto. Com a nova unidade, o policiamento poderá ser reforçado nos municípios mais próximos.

O Canil conta com 16 cães treinados e 15 policiais militares, que serão empregados no policiamento de eventos esportivos e na localização de esconderijos de drogas. Também serão utilizados em estabelecimentos prisionais para realização de revista ou contenção de rebeliões, operações em mata e resgate, além de ações de cunho social em instituições beneficentes.

 
O Destacamento de Polícia Montada, sob comando da Força Tática do 6º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I), atuará no policiamento ostensivo em locais de grande circulação de pessoas - como centros comerciais e na orla da praia durante a Operação Verão -, em eventos esportivos, operações de controle de distúrbios civis e em reintegrações de posse.

A previsão é que o destacamento possa operar com 14 cavalos. O processo de aquisição dos animais está em andamento no Comando de Policiamento de Choque, na Capital, sob a supervisão técnica do Regimento de Cavalaria 9 de Julho. A previsão de chegada dos cavalos é de 40 a 60 dias.

Anteriormente, nas situações em que era necessário o emprego do policiamento com cães e cavalos, Santos recebia o apoio dos destacamentos de Guarujá. 

Estrutura

As novas instalações contam com 14 baias para os cavalos e 20 boxes para os cães, adequados para abrigar os animais. Na nova sede também há ambientes destinados ao serviço administrativo, refeitório, vestiários e sala de instrução.
A sede, localizada na Avenida Francisco Manoel, no bairro Jabaquara, foi escolhida estrategicamente, pois fica na base de um dos maiores morros da cidade, próxima ao estádio do Santos Futebol Clube e da Cadeia Feminina, anexa ao 2º Distrito Policial.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Armas Não-Letais que Estão Sendo Desenvolvidas Para Segurança

Toda vez que uma multidão irritada se aglomera ou algum manifestante invade um local proibido, as autoridades tem que agir. E rápido. Mas os oficiais da lei não podem simplesmente abrir fogo numa pessoa, muito menos numa multidão. São necessárias armas não-letais que imobilizem as pessoas, e permitam uma ação limpa e veloz.
Para a polícia não ferir ninguém sem necessidade, os cientistas desenvolvem e testam novas tecnologias que são incorporadas nessas armas não-letais, algumas misturando coisas novas e antigas, como a da foto abaixo. Veja uma lista com 6 dessas novas armas: 
The PHASR: Com um design futurista que faz qualquer doido pensar duas vezes antes de pular uma barreira de contenção, o PHASR emite um laser que cega temporariamente o alvo. É mais ou menos o que acontece no cinema quando o filme acaba e as luzes acendem, só que algumas milhares de vezes mais forte.
A arma, que é desenvolvida pelo Exército americano, tem seu prós e contras: O raio emitido só cega se pegar diretamente sobre o alvo, o que acaba com as chances de acertar um amigo, mas ela não paralisa o inimigo. Você só ganha uma pessoa raivosa e cega.


The Active Denial System: O ADS é um emissor gigante de raios de calor (ou raios de dor, não se sabe muito ainda). A arma emite raios que atravessam roupas e penetram na sua pele e atigem suas terminações nervosas, dando a sensação de que você entrou em combustão.
Em meio a uma polêmica em volta da arma, que poderia até derreter seus olhos, o Exército, que também desenvolve esse projeto, ficou em apuros.
Foi ele que autorizou os testes que ele mesmo irá fazer! Eu quero é ver quando um raio desse bicho cruzar com outro de um PHASR e abrir um portal dimensional.


The Laser Induced Plasma Channel: É aquele famoso campo de força invisível que vemos todos os dias em jogos de ficção científica. E quem tenta atravessar leva uma pequenina descarga elétrica. Ele age como os Tasers, aqueles aparelhos que também não são mortais e que apenas dão um susto. E que susto…

Taser XREP: O problema dos Tasers é que você tem que ficar muito perto do alvo para acertar um disparo. E por isso mesmo é que várias companhias desenvolvem aparelhos que podem ser disparados a uma média distância, que também dêem aquele puta choque.
E então, criaram esse cartucho de Escopeta que gruda na sua pele e dispara 20 segundos de choques que, de tão intensos, paralisam seu corpo na hora. 


The Pulsed Energy Projectile: O resultado de uma encomenda que pedia a melhor maneira de causar uma dor fudida no sistema nervoso central dos alvos. Só. Por ser muito grande, o equipamento tem que ser carregado em veículos como carros, aviões ou helicópteros.


The Vortex Ring Gun: Imagine um peido no formato de um anel, e que venha a uma velocidade capaz de te jogar no chão. Imaginou? Pois é. Eles também. Ela atira uma nuvem de gases pressurizados a altíssimas velocidades. E o gás não é só fedido: Além de náuseas, ele causa tonteiras e vômito.


Estrada Segura

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OS ANIMAIS SÃO DE QUEM?   Animais soltos na pista são um perigo nas estradas e rodovias. Eles são responsáveis por acidentes fatais. Só na BR-101, de janeiro a julho deste ano, mais de 400 animais foram recolhidos. O número é maior que no mesmo período do ano passado.
 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que, no ano passado, 800 animais foram recolhidos nas rodovias federais do Rio de Janeiro. Ocorrências que se tornam mais comuns no inverno, porque os pastos estão mais frios e os animais se abrigam no asfalto, que conserva mais o calor do dia.
De acordo com a concessionária Autopista Fluminense, de janeiro a julho do ano passado, só no trecho que ela administra da BR-101, foram recolhidos 353 animais. Este ano o número foi maior: no mesmo período já foram 466 animais.
O que diz a lei:
A responsabilidade por danos causados,  aos usuários que trafegam pela via é do dono do animal, conforme
Artigo 936 do Código Civil: "O dono, ou detentor, do animal ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou força maior".
Os proprietários, cujos animais forem flagrados soltos em qualquer rodovia ou se envolverem em acidentes de trânsito podem e devem ser processados e responsabilizados pelos danos causados perante à Justiça. A lei está aí, só falta aplicá-la
De acordo com Código Civil Brasileiro, a legislação estabelece que o dono do animal será responsável pelo ressarcimento dos danos causados em caso de acidentes e colisões. Somente no ano passado, foram registradas 3.527 ocorrências envolvendo animais soltos na Rodovia do Sol/ES; destas, 30 resultaram em acidentes de veículos, com danos materiais.
Agora deixemos o contexto nacional e entremos no contexto municipal, não é incomum o motorista friburguense encontrar animais soltos por nossas ruas e praças enquanto dirigem, o que coloca em risco os passageiros e o prórpio animal. O CTB também considera infração deixar os animais soltos em via pública e os proprietários que tiverem seus animais apreendidos, devem pagar para recuperar os seus animais apreendidos.
Aqui na cidade os diversos orgãos que poderiam responder pela fiscalização dessa infrações negam a autoridade para tal, dizendo que o único em condições de fazer tais apreensões está situado a cerca de 150 km de distância, ou seja encontra-se no município de Niterói, é o Batalhão de Políocia Rodoviária da PM.
Só para que tenhamos uma idéia do descaso com o problema vejam só um fato absolutamente real que aconteceu nesta cidade, sem esquecer que anos atras o meu motorista – eu era o Comandante do 11º Batalhão – atropelou um desse animais e passou o resto de sua vida pagando todos os seus pecados. O dono do animal nunca apareceu.
"Certo dia destes por volta das 02.00h da madrugada um amigo meu passava pelo Paissandu e um cavalo branco, parecendo até aquele do Zorro, galopava furiosamente sem destino, pela rua soltando fogo com suas ferraduras batendo no chão. O espetáculo era dantesco. Esse amigo meu que entende do riscado, pois também tem cavalos e sempre carrega uma corda no carro, conseguiu laçar o animal, fazendo-o até ficar calmo e diminuindo o perigo. O que é que eu faço agora  pensou ele. De madrugada, com um cavalo preso nas mãos, sem saber onde colocar e nem soltá-lo pois seria um acidente certo. Ligou para 190 e relatou seu problema pedindo ajuda. Recebeu a seguinte resposta: "-- Ih moço o problema é sério, se eu fosse o senhor amarrava o animal aí e ia pra casa dormir." Não satisfeito, meu irritante amigo, de terno e gravata, pela madrugada friburguense, foi puxando o animal pela corda desde o Paissandu até a sede da Prefeitura onde tentou falar com o guarda de plantão, sendo intimidado. "– Moço larga isso aí senão vou chamar a RP." Para encerrar a narrativa, querendo o guarda ou não o animal foi colocado dentro do patio da prefeitura e aí sim, achando que cumpriu sua missão meu amigo foi alegre e faceiro para casa dormir." Aquele problema foi resolvido e os outros?.
Não precisamos adotar a postura do meu amigo, não é difícil, basta querer,  mas a cidade tem que ter de plantão uma equipe de homens treinados, que entendam do riscado, preparados convenientemente para apreender esses animais soltos, recolhê-los aos pastos municipais. Ressaltemos que todos os animais deverão ser cadastrados pelo orgão municipal, com seus proprietários identificados e quando acontecer uma apreensão e seus donos comparecerem para pegá-los, serem devidamente responsabilizados por seu descaso com a cidadania, tornando-se perigo latente para a vida humana. Assim tenho a certeza de que vamos resolver esse problema.
Afinal, depois de tudo isso, vamos saber realmente. Os animais são de quem?

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Segurança na conservação de alimentos


Cuidados ao armazenar alimentos em recipientes plástico. Existem algumas regras quando o assunto é
 armazenar, congelar e aquecer comida em recipientes plásticos. O plástico tem sido bem explorado nas últimas décadas, sendo um importante material para muitos usos. Entretanto, de acordo com artigo publicado no site The Ecologist (www.theecologist.org), armazenar, aquecer e servir alimentos em produtos plásticos pode não ser seguro. Segundo o texto, mesmo em recipientes que tragam a etiqueta “microondas” ou “vai ao forno”, existe o risco de que os elementos químicos do plástico se infiltrem na comida durante o armazenamento. Segundo o site, alguns plásticos seguros não permitem que os compostos químicos se desprendam do produto e se insiram no alimento. São eles: a) PET (Politereftalato de etileno), utilizado em garrafas de sucos e refrigerantes; b) HDPE (polietileno de alta densidade), presente em diversos recipientes, tais como armazenamento de alimentos, garrafas de leite, entre outros; c) LDPE (polietileno de baixa densidade), que pode ser encontrado em embalagens seladas de sanduíche, filme plástico, entre outras aplicações; d) PP (polipropileno), utilizado em embalagens de iogurte e recipientes de plástico reutilizáveis; e) bioplásticos, como utensílios descartáveis. Já os seguintes plásticos devem ser evitados: a) PVC (sigla inglês para cloreto de polivinila), utilizado em diversos recipientes, como filme plástico para carne e queijo; b) PS (poliestireno), encontrado em utensílios como xícaras, caixas de ovos, e descartáveis; PC (policarbonato), utilizado em mamadeiras, copos de plástico duro, e cooler de garrafas de cinco litros de água. Abraços de qualidade!